Intercâmbio Sóciambiental

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III INTERCAMBIO SOCIOAMBIENTAL

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II INTERCAMBIO SOCIOAMBIENTAL

 

I INTERCÂMBIO SÓCIOAMBIENTAL

Objetivo: Promover integração e confraternização entre as turmas de Itatinga e Angatuba para que possam compartilhar valores, ideias e planos de ação.

Conteúdo:

  • Meditação e poder pessoal;
  • Plano de ação;
  • Desenvolvimento humano.

Metodologia: A chegar na sede da Fazenda Entre Rios no município de Angatuba todos participaram de um grande “circulando”, uma dinâmica de ativação e envolvimento.

Nesse momento os subgrupos de cada turma apresentaram seu grito de paz.

Depois de um abraço coletivo, todos se reuniram ao redor do grande Jequitibá, uma árvore nativa secular para meditar. A meditação é uma técnica milenar de ativação do poder pessoal interno através do silêncio e concentração. Acreditamos que tanto a meditação quanto o poder pessoal de cada um é fundamental para uma verdadeira aprendizagem.

A meditação foi encerrada com a reflexão sobre uma breve história sobre Sidharta Gautama (O Buda), um príncipe que se iluminou e marcou a história da humanidade deixando um exemplo de sabedoria e dedicação.

E para completar esse momento nada como um grande abraço coletivo na “Árvore da Esperança”.

Então a sombra do Jequitibá, os grupos que elaboraram intervenções poéticas se apresentaram compartilhando suas ideias e talentos, esse foi um momento de revelação onde cada um de forma particular pode dar sua contribuição comprovando que a juventude é realmente capaz de fazer a diferença.

 Cada grupo escolheu um tema  que servirá de base para elaborar uma intervenção a ser realizada em seu município.

Os grupos puderam então nesse momento compartilhar as ideias, níveis de abrangência e formas de ação. Houve grupos que chegaram a pensar em unir dois grupos formando um só para atuar nas duas cidades! Entre outras coisas, esse momento da atividade foi muito enriquecedor para todos envolvidos no processo educativo, tanto os educandos que puderam ampliar suas visões quanto os educadores que tiveram um bom feedback sobre o envolvimento e aproveitamento das oficinas realizadas.

E também para a alegria e bem estar de todos aconteceu um pique nique com sucos e sanduíches naturais.

Então todos deram as mãos em uma grande roda cantando e dançando “A TERRA É NOSSA MÃE”.

Duração: 2h 35m

 

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OS SONHOS FAZEM PENSAR

 

“OS SONHOS FAZEM PENSAR”

Objetivo: Promover a partilha de sonhos pessoais e coletivos, discutir os problemas socioambientais da cidade, possíveis soluções e formar núcleos de ação.

Conteúdo:

  • Muro das lamentações (problemas socioambientais);
  • Árvore da esperança (possíveis soluções);
  • Desenvolvimento humano.

Metodologia: Após a mística de integração inicial, cada educando recebe um papel em branco para escrever um sonho pessoal e um sonho coletivo. A seguir eles recebem mais dois papéis, em um coloca seu sonho pessoal e no outro o sonho coletivo, esses dois papéis são dobrados e vão para uma caixa. Quando todos tiverem colocado os sonhos na caixa todos voltam para a roda e compartilham o que está na caixa. Um por vês tira um sonho da caixa aleatoriamente e declama para a turma. A partilha de sonhos mostra a todos como temos desejos em comum e como cada pessoa têm suas metas pessoais. Na sequência o educador corre um barbante na roda e passa grampeando os sonhos no cordão. Essa dinâmica promove um momento de companheirismo onde todos juntos como numa corrente vão fixar o varal dos sonhos em alguma árvore.

Então com os sonhos em mente, a turma é dividida em subgrupos para discutir os problemas socioambientais que afetam a cidade. Cada grupo montará uma foto viva (cena congelada) do principal problema local. Após apresentar sua foto o grupo cola as tarjetas com os problemas no “Muro das lamentações”. Assim que todos grupos apresentam os problemas o educador conduz uma reflexão sobre a realidade cotidiana.

Após o momento de lamentar as injustiças sociais, os educandos voltam para os grupos para alimentar a esperança e discutir possíveis soluções para os problemas propostos. Dessa vez  cada grupo vai trazer apenas as tarjetas listando as sugestões que serão coladas na “Árvore da esperança”.

Mais uma vez o educador conduz uma reflexão entorno das questões levantadas. Todos abraçam a Árvore da esperança selando o momento com um jogral.

Após ver as possíveis soluções, a turma volta para o Muro das lamentações com outro olhar.

Nesse momento acontece a Formação dos Núcleos de Ação, os problemas do muro são separados por temas e cada subgrupo escolhe um tema, Educação, Saúde, Meio Ambiente, Cultura, etc.

Ao final da atividade acontece uma avaliação coletiva, em roda, onde um por vez os educandos  podem colocar em poucas palavras o que tiraram de aprendizado da oficina.

Materiais: Folhas em branco, rolo grande de barbante, grampeador, papel crepom, canetão, canetas, fita adesiva, caixa de de sapato

Duração: 2h 20m

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O OLHAR INTERIOR 3°A / 3°C

“O OLHAR INTERIOR”

Objetivo: Estimular a auto percepção e autoestima, dialogar a função social do jovem e a importância da transformação pessoal.

Conteúdo:

•        Autoimagem;

•        Valores, ações e importância social;

•        Desenvolvimento humano.

 

Metodologia: Como de praxe a atividade se inicia com um momento musical de descontração… circulando ! O momento de descontração culmina em um círculo mais calmo trazendo a atenção agora para o grupo como um todo para iniciar a oficina com harmonia. Após uma reflexão sobre a identidade, cada estudante recebe materiais para fazer uma fotomontagem tentando responder a pergunta “quem sou eu ?”

Ao concluir o exercício, todos voltam para a roda onde será construída a “teia social”, uma dinâmica que estimula a consciência das relações sociais através da construção coletiva de uma teia de barbante que conecta todos os indivíduos da turma. Em seguida, as fotomontagens são fixadas sobre a teia criando um simbolismo educativo que nos remete ao contexto social em que estamos inseridos.

Após a teia, a turma é dividida em duplas (importante que as duplas não sejam formadas por amigos que estão sempre juntos), onde um é o anjo e o outro é o protegido, o anjo venda os olhos de seu protegido e o conduz por um caminho, o anjo é instruído a dialogar com seu protegido sobre o que o motiva, sobre seus talentos e valores. Em um segundo momento as duplas invertem os papéis e repetem o exercício. Essa dinâmica vai de encontro com a desconstrução de “panelas” estimulando o diálogo construtivo entre os jovens e faz com que cada um traga em mente suas habilidades.

Quando as duplas terminarem voltam todos para a roda, porém em duplas. Os educandos são desafiados a ficar frente a frente com o amigo de olhos nos olhos, é interessante como as pessoas tem dificuldade de travar um olhar contínuo e sincero sem se sentir “desajeitado”, “incomodado” ou simplesmente rindo sem parar. Todas essas atitudes demonstram a dificuldade do ser humano em “não julgar”. Então todos fecham os olhos e são vendados pelos educadores. Nesse momento cria-se um clima de silêncio e introspecção, onde a declamação de um texto e alguns efeitos sonoros tenta sensibilizar a juventude para o seguinte fato: “UM MUNDO MELHOR DEPENDE DE PESSOAS MELHORES”. Ainda vendados, os educandos são conduzidos em fila (todos de mãos dadas) ao redor de uma fogueira.

O momento do fogo serve para que cada uma após refletir sobre si mesmo escolha algo que quer transformar, então a pessoa escreve aquilo em um papel e lança ao fogo.

Após essa renovação todos recebem a fotomontagem feita no início da atividade para completa-la com uma meta, um propósito pessoal de melhora.

Essa oficina foca a sensibilização, estimulando não só o pensamento mas também o sentimento para que cada um possa através de sua própria consciência pensar e repensar sua relação com o mundo que o cerca.

No final cada um leva sua fotomontagem , esse elemento tem a função de simbolizar a reflexão feita no dia e o propósito que cada um escolheu para si, pois “um mundo melhor depende de pessoas melhores!”

Materiais: Folhas de rascunho, canetas, rolo grande de barbante, vendas para os olhos, revistas para recorte, tesouras , cola e instrumentos musicais.

Duração: 2h 20m.

 

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AMPLIANDO A VISÃO – 3°A / 3°C

 

“AMPLIANDO A VISÃO”

Objetivo: Estabelecer acordos de convivência para as atividades, contextualizar o uso dos recursos naturais e refletir sobre os desafios da Educação Ambiental.

Conteúdo:

  • Principais acontecimentos no uso e ocupação da Terra desde a Pré-história até os dias de hoje;
  • Desafios atuais da Educação Ambiental e do Ensino Formal;
  • Desenvolvimento Humano.

 

Metodologia: Após o momento lúdico inicial, acontece uma dinâmica para divisão da turma em subgrupos. A divisão acontece de forma dinâmica onde todos são convidados a instantes de silêncio e introspecção, enquanto isso são coladas tarjetas nas costas de cada um com uma identificação (vento, chuva, tamanduá, lobo, etc.) e então sem usar as palavras apenas gestos e sons os jovens tem que ajudar uns aos outros a descobrir e encontrar sua tribo que terá um lugar para se reunir, assim que todos se encontrarem nos grupos o diálogo começa.

Cada tribo recebe um pequeno texto sobre um momento histórico do uso dos recursos naturais e após discutir o texto cada grupo montará uma cena representando o acontecimento histórico. Após todas as apresentações haverá um círculo para dialogar as questões levantadas, as dificuldades, o que o grupo pode tirar de aprendizado e qual o papel da educação na relação homem-natureza.

Então todos retornam para os subgrupos para discutir quais as carências do Ensino Formal e quais os desafios da Educação Ambiental.

Após a discussão, cada grupo apresenta para a turma o consenso em que chegaram e fixam suas anotações na parede. Então quando todos tiverem apresentado o educador conduzirá uma reflexão sobre os temas levantados pelos educandos.

A partir disso os jovens voltam para os subgrupos onde vão elaborar em equipe uma missão para o grupo e criar um símbolo através de uma pintura coletiva. Para a pintura coletiva cada grupo receberá apenas uma cor, assim que eles escreverem a missão e começarem a pintar o cartaz o educador anuncia que troquem de grupo, então cada grupo leva sua tinta e seu pincel e vai continuar o desenho do outro grupo, cada rodada deve durar alguns minutos até que os grupo voltem para o seu desenho que já ganhou novas cores, então o grupo da o acabamento e está pronta a pintura coletiva.

Ao final da atividade todos os grupos trazem os cartazes para a roda, todos poderão refletir e dialogar sobre o que foi produzido.

Essa atividade trabalha diretamente o envolvimento dos jovens com o processo educativo no qual estão inseridos despertando a reflexão para o contexto escolar e suas condições.

O fato dos estudantes criarem cenas para representar os acontecimentos históricos estimula a criatividade e desafia todos enquanto grupo, pois todos acabam se envolvendo e descobrindo qualidades e dificuldades que as vezes não percebiam em si e n@s companheir@s de sala.

Materiais: Folhas de rascunho, canetas, cartolinas, canetões, guache, pincéis e instrumentos musicais.

Duração: 2h 20m

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O DESPERTAR – Novas Turmas – 3°A Itatinga e 3°C Angatuba

“O DESPERTAR”

OBJETIVO:

Esclarecer a “essência” da Educação Ambiental e formar um grupo de Ecomotivação e Protagonismo Juvenil.

CONTEÚDO:

  • Valores e pontos de vista da Educação Ambiental;
  • Apresentação do Projeto Ecomotivação;
  • Trabalho e comunicação em equipe.

METODOLOGIA:

A atividade começa com um dinâmica de integração onde todos são movidos a se mexer e “circularem” pelo espaço ao som da percussão. Após um bom dia animado é formada uma grande roda onde todos se apresentam (educadores e educandos). Em seguida acontece um dinâmica que tem como base a seguinte frase: “O que te motiva ?”

Então o grupo se divide em duplas, onde uma pessoa conduz a outra que estará vendada, quem conduz fará a pergunta geradora ao amigo e este tentará responde-lo, na sequência o condutor escolhe alguma imagem do ambiente para tirar uma foto, então ele posiciona o rosto da pessoa que está vendado como se fosse uma câmera e tira a venda para que a pessoa abra os olhos e capte aquela imagem, depois a venda é colocada de volta. Após esse momento a dupla inverte os papéis e repete a situação. Ao fim da dinâmica o grupo se reuni para discutir as questões que surgiram, essa dinâmica exercita a confiança no outro e trabalha a forma que os jovens enxergam a realidade.

Dentro desse diálogo é apresentada a proposta do Projeto Ecomotivação.

Em seguida acontece a dinâmica do “nó humano” onde o grupo todo é desafiado a pensar e agir em sintonia para chegar a um objetivo específico (usar a união para desatar o nó).

Para encerrar a atividade do dia acontece a dinâmica das qualidades, onde cada individuo recebe dois chocolates em que ele escreverá duas qualidades que ele enxerga em alguém do grupo, depois os bombons-qualidades são sorteados aleatoriamente e distribuídos aos jovens, ao fim todos terão trocado elogios e os educadores conduzem uma reflexão sobre a capacidade de enxergamos no outro suas qualidades e ajuda-lo a desenvolvê-la ao invés de só falar de seus defeitos.

A atividade é encerrada ao ritmo de percussão corporal coletiva.

Acreditamos que essa metodologia promove uma integração entre as pessoas que vai além de mera transmissão de informações, essa integração serve como um bom estímulo para cada jovem pensar em si e no grupo como elementos essenciais na construção do conhecimento e que quanto mais proveito cada um tirar da atividade melhor para si e para seu circulo social como um todo.

Materiais: vendas, chocolates, fita crepe, canetas e instrumentos musicais.

Duração: 2h 20m

 

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